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Reposição hormonal alivia os sintomas da menopausa, mas será a melhor alternativa?

Pouco conhecido ainda pelas mulheres no Brasil, foi finalmente liberado um tratamento natural para menopausa

Por Saude e Bem estar, São Paulo

21/08/2018 - Atualizado há menos de 34 minutos

Foto: Reprodução

Quando a mulher atinge a fase madura, não dá para fugir de um tema bastante controverso: a pré menopausa, o climatério e seus temidos sintomas. Durante essa fase, caracterizada pela última menstruação da mulher e o fim do seu período fértil, é comum sentir alguns sintomas, como secura vaginal, ondas de calor, suores noturnos, diminuição da libido, insônia, diminuição da atenção e memória, e depressão.

Para reverter esse quadro, muitas mulheres procuram a reposição hormonal para tratar a menopausa. Apesar de ser indicada por alguns médicos e já utilizada por mulheres em todo o mundo, essa terapia vem chamando a atenção de especialistas pelos inúmeros casos de contraindicações oferecidas à saúde da mulher.

Enquanto alguns profissionais insistem em dizer que esse recurso é adequado para minimizar os sintomas da menopausa, outros médicos e estudiosos defendem que os riscos e efeitos colaterais envolvidos na reposição hormonal não justificam sua utilização, sendo que hoje existe comprovações cientificas para outros métodos eficazes e não nocivos para reverter os sintomas da menopausa.
Entenda os principais riscos da Reposição Hormonal:

Aumento nos riscos de doenças cardíacas e pressão alta

Um estudo realizado pela Women’s Health Initiative em 2014 concluiu que o aumento da dosagem de estrogênio utilizado na terapia de reposição hormonal pode causar nas mulheres uma propensão maior às doenças cardíacas (cerca de 29%) e também à hipertensão. A alteração hormonal (elevação) nas mulheres tratadas também gerou um aumento de 41% em derrames cerebrais, quase 30% de câncer nas mamas e 113% no risco de embolias pulmonares.

Diante disso, desde a publicação do estudo diversos médicos deixaram de defender a reposição hormonal para tratar a menopausa. Pois são raros os casos em que a intervenção hormonal é mais benéfica que seus riscos.

Propensão ao desenvolvimento de câncer de mama e útero

A primeira vez que o fato foi comprovado por uma pesquisa foi em 1973, a pesquisa era chamada de Projeto da Droga Coronária. No estudo, alguns homens voluntários receberam doses de estrógeno para que o efeito fosse avaliado em seu organismo. O processo resultou em ginecomastia, ou seja, um aumento das glândulas mamárias masculinas, além de alguns casos de trombose. Isso ocorre porque o estrógeno estimula a cascata de coagulação e a fibrinólise, o que pode acarretar na formação de êmbolos e trombos na circulação sanguínea.

Portanto, quanto mais tempo a mulher é submetida ao tratamento, maiores são os riscos de apresentar esses efeitos colaterais da reposição hormonal na menopausa. O respeitado jornal New England Journal of Medicine publicou um estudo comprovando que mulheres tratadas com reposição hormonal por mais de cinco anos têm de 30% a 40% mais chances de desenvolver câncer de mama e útero.

E essa porcentagem ainda aumenta para 70% em mulheres de faixa etária entre 60 e 70 anos — situação que pode significar maiores riscos para a saúde da mulher. Portanto, é recomendável consultar seu médico sobre o assunto antes de se decidir.Health Initiative em 2014 concluiu que o aumento da dosagem de estrogênio utilizado na terapia de reposição hormonal pode causar nas mulheres uma propensão maior às doenças cardíacas (cerca de 29%) e também à hipertensão. A alteração hormonal (elevação) nas mulheres tratadas também gerou um aumento de 41% em derrames cerebrais, quase 30% de câncer nas mamas e 113% no risco de embolias pulmonares.

Corrimento, sangramento vaginal e dores nos seios

Com os tratamentos com reposição de hormonal, o corpo, antes acostumado com hormônios endógenos e cíclicos, passa a receber hormônios sintéticos e estranhos ao funcionamento do organismo. Assim, durante essa reposição hormonal, a mulher também pode manifestar sangramentos e corrimentos não habituais na sua região genital. Esses quadros clínicos ocorrem porque o canal vaginal fica mais sensível e bastante suscetível a essas alterações hormonais.

Algumas mulheres relatam também um aumento na sensibilidade dos seios, que pode ocorrer devido ao aumento do nível de hormônios no sangue (que antes tinha declinado) fazendo os seios se tornarem densos novamente. E esse processo pode, como já dissemos, propiciar a formação de alguns nódulos.

Tratamento alternativo e natural para a menopausa


Uma alternativa que tem sido adotada em vários países para o tratamento da menopausa e tem mostrado resultados interessantes e satisfatório para a maioria das mulheres na menopausa é a chamado "Reposição Hormonal Natural", que é realizado com fitoterapico. Esse tratamento atua de maneira natural na regulação dos níveis de estrogêneo no sangue, além de auxiliar a redução dos riscos de doenças do sistema cardiovascular, endometriose e diminuir os índices de açúcar no corpo.

Onde também. há a presença da Cimicifuga, também conhecida como Black Cohosh, que é rica em fito hormônios, moléculas que têm ação semelhante à dos hormônios estrogêneo e progesterona, equilibrando os índices hormonais. Tudo isso sem efeitos colaterais ou contra-indicações, por ser totalmente natural desenvolvido a partir do extrato de amora hubus.


"Voltei a me sentir viva e a ter libido": Conta Marcia Teixeira, que optou pelo tratamento natural"

Depois dos 43, comecei a sentir algumas mudanças. Calor, irritação, insônia. Mas o pior foi 15 dias após a cirurgia. Dormia uma hora e meia por dia, só chorava, tinha uma irritação absurda, muita transpiração e mal-estar em geral", diz Márcia.

A mudança hormonal afetou profundamente sua vida.

"Eu brigava no trânsito, discutia com pessoas na rua. Em casa, não tinha paciência com meus filhos e com meu marido. (A menopausa) também afetou totalmente meu casamento, minha vida sexual... minha libido desapareceu totalmente, me sentia um ser assexuado", acrescenta.

Marcia acabou decidindo recorrer a um tratamento até então desconhecido por vários médicos no Brasil, por ser recente a liberação da ANVISA deste fitoterapico chamado Maxberry

"Já havia conversado com minha médica sobre os riscos da Reposição Hormonal convencional, e eu não queria resolver um problema, com um futuro outro problema"

Relatos de uso da Leitora Marcia:

Para dar início ao teste do Maxberry, eu entrei no site oficial e fiz o pedido do produto pela internet. Comprei 3 potes para economizar mais, pois estava em promoção e paguei em 12x no cartão. O produto chegou na minha casa em menos de uma semana, o que já foi uma ótima surpresa.

Tudo estava muito bem embalado, ao abrir vi os 3 potes que havia pedido, contendo 60 cápsulas cada. A indicação era para tomar 2 cápsulas por dia, 30 minutos antes das refeições, e assim o fiz já no mesmo dia.

Primeiros dias de uso

Logo nas primeiras semanas tomando o Maxberry, fiquei surpresa com os resultados. Em aproximadamente uns 15 dias, notei uma grande diferença no meu sono, já conseguia dormir algumas noites quase que inteiras! O calorão que sentia a todo momento reduziu em uns 50% nessas duas primeiras semanas, além de aumentar a libido, o que foi outra grande surpresa para mim e principalmente para meu marido.

Honestamente, eu já me sentia melhor, mais calma, sem aquelas alterações constantes de humor durante o dia e mesmo com um ou outro calorão eventual que ainda ocorria, acho que continuaria a tomar o Maxberry só pelas noites tranquilas de sono. O mais surpreendente é que eu não tinha mudado nada na minha rotina diária, não adicionei exercícios, não mudei minha alimentação nem reduzi a jornada aqui no trabalho. No 6º dia, não tive um calorão sequer! Mal pude acreditar nisso, nem me lembro a última vez que isso havia ocorrido, e olha que já havia testado diversos outros chás e pílulas para me livrar disso e nada tinha dado tanto resultado assim nos primeiros dias.

Após 30 dias :

Depois de trinta dias tomando o suplemento, 2 vezes ao dia, eu estava me sentindo cada vez melhor, e estava tendo as melhores noites de sono em anos. Eu já não estava mais acordando durante a noite, e conseguia realmente descansar. Acordava cada dia mais disposta e feliz, já não me irritava tão facilmente e as dores de cabeça e no corpo constantes que tinha aliviaram. Além disso, comecei a ver que meu cabelo estava caindo um pouco menos. Estava radiante!

A partir desse ponto, já comecei a recomendar esse tratamento para todos minhas amigas que estavam passando por essa fase, alias, realmente funciona e não tem contra-indicações. Nota 11!

Após 90 dias:

Após 3 mêses tomando Maxberry todos os dias, posso dizer que meus resultados foram impressionantes. Todos os sintomas irritantes da menopausa ficaram no passado. Nunca mais tive um calorão sequer, meu sono agora está profundo e não fico mais acordando diversas vezes durante a noite como antes, estou novamente viva!.Tudo graças ao Maxberry, graças a ele não precisei da reposição hormonal", diz.

"Existe uma tendência muito grande na adoção de tratamentos naturais para a resolução de diversos problemas, como a menopausa, uma vez que as pessoas estão mais preocupadas com os efeitos colaterais que remédios sintéticos podem acarretar a médio e longo prazo." Explica Ricardo Aragão.
A mudança hormonal afetou profundamente sua vida.

Onde encontrar este tratamento?

Para a alegria das mulheres, existe um fitoterapico para menopausa chamado Maxberry , o mesmo registrado pela ANVISA no Brasil sob o numero 6.04.572-1 , e pode ser encontrado em seu site oficial: www.maxberryoficial.com

Mas atenção: Existem vários fitoterapicos comercializados que não são aprovados pela ANVISA e Ministério da Saúde, e que podem oferecer riscos para a saúde das mulheres.

(Atualização em 21/08/2018: O distribuidor do Maxberry no Brasil relatou que todo o estoque disponível se esgotou em poucas horas após a publicação desta matéria. Você pode verificar a disponibilidade do tratamento natural no link abaixo:


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